Luto pela falta de respeito ao consumidor

O Brasil está vivendo um momento de grande ganância comercial, quando o mais importante é lucrar, vender e fomentar o consumo; com isso as consequências são o desrespeito etc.

luto pelo abuso contra o consumidor  

Olheinfo – Empresas de telefonia que lesam a todo instante o consumidor, com o valor absurdo da cobrança de tarifas. Não bastasse isso para o enriquecimento dessas operadoras, as mesmas lesam o consumidor com cobranças indevidas em seus pacotes.

 

Hipermercados que vendem produtos em estado de putrefação e fazem propaganda daquilo que não têm para vender, tudo com o objetivo de faturar e obter lucro e mais lucro. Atraem o consumidor para uma armadilha, onde tudo é estudado subliminarmente.

 

Em Brasília a CEB e o GDF tiram do cidadão todo o dinheiro que conseguem; montam ações e legislam em favor próprio para arrecadarem mais e mais dinheiro. Chega a ser absurdo tamanho desrespeito! A CEB superfatura suas contas, com o acúmulo de energia – leia mais em OlheBrasília. O GDF tenta não pagar o valor do Nota Legal ao cidadão, retirando até 70% do valor Legal (também no OlheBrasília).

 

Com os preços sem controle, a fiscalização negligente e as leis brandas, o “grande negócio” é deixar o cidadão à vontade para procurar a justiça quando se sente lesado; pois a chance de nada conseguir é grande. O cidadão paga um advogado, comparece a mais de duas audiências e espera por até 10 anos pela finalização de um processo; tudo isso com a possibilidade de nada receber.

 

Uma boite que permite um show pirotécnico é mais uma prova da negligência, não só dos gestores e organizadores, da própria fiscalização pública que deveria ou não conceder a liberação para tal show. A consequência foi infinitamente maior que apenas abuso contra o consumidor – lugar superlotado, condições precárias, equipamentos contra incêndio vencidos etc. Um contrato e um show sem qualquer planejamento. Um estabelecimento sem segurança contra incêndio. Um estado que não fiscaliza adequadamente os estabelecimentos. E agora? Chorar pelos que pagaram o preço eterno?

 

É isso que o Brasil está vivendo!

 

Nossos mais sinceros votos de luto e respeito às vítimas e seus familiares.

 

Por Paulo Eduardo Dubiel